MC Nutri – Assessoria e Consultoria em Nutrição
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Curso de Nutrição Infantil

Conteúdo Programático

Aleitamento materno
- Processo de produção e secreção do leite;
- Influência da dieta na composição do leite materno;
- Dificuldades na amamentação;
- Vantagens;
- Orientações para mães que trabalham fora de casa;
- Mitos.

Alimentação dos 06 meses aos 02 anos de vida da criança
- Desenvolvimento da criança;
- Introdução dos alimentos complementares;
- Escolha dos alimentos;
- Preparo da alimentação

- Oferta dos alimentos ao bebê;
- Alimentação a partir dos 06 meses de vida da criança que não se encontra
em regime de aleitamento materno (riscos à saúde da criança alimentada
com fórmulas lácteas);
- Mitos.

Carga Horária: 5 Horas

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ago
11

Personagens de desenho infantil podem ser vilões na alimentação das crianças

 

Por: Arnaldo Rabelo / Marketing Infantil

Uma reportagem da Época, baseada em matérias americanas, mostra a eficácia dos personagens para a comunicação com o público infantil.

Cita um estudo realizado na Universidade de Yale Rudd Center para Política Alimentar e Obesidade, em Connecticut, nos Estados Unidos, indicando que os personagens de desenhos animados influenciam no hábito alimentar das crianças.

De acordo com o resultado da pesquisa, mais de 50% das crianças acham que um produto que tem a embalagem decorada com personagens animados é mais gostoso que o mesmo produto embalado em um pacote sem ilustrações.

Entre 73 e 85% das crianças que participaram do estudo disseram preferir comer um produto com embalagem de seu desenho favorito. Os pesquisadores trabalharam com 40 crianças com idades entre 4 e 6 anos de idade.

No entanto, a matéria associa este recurso a hábitos alimentares ruins, procurando transmitir a idéia de que os personagens não devem ser utilizados na comunicação com crianças. A conclusão é claramente equivocada.

Recentemente, nos Estados Unidos, foi realizada uma campanha para as crianças incentivando o consumo de leite desnatado. A rede de fast-food Giraffas utiliza campanhas com brindes baseados em personagens para incentivar a venda de um prato com arroz, feijão, salada e carne. Estes são exemplos de como os personagens podem ser usados para melhorar os hábitos alimentares das crianças.

Os que querem tornar mais rígida a regulamentação existente sobre comunicação voltada às crianças deveriam se concentrar nos produtos. A solução está muito mais na oferta de produtos saudáveis do que na diminuição da comunicação.

Além disso, os pais precisam ser conscientizados de sua função de impor limites aos seus filhos, evitando excessos.

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ago
11

Presença do nutricionista nas escolas é fundamental para educação

A aprovação da lei estadual 16.523/2010 que prevê que todas as escolas públicas e privadas do Paraná possuam nutricionista em sua equipe é considerada como uma medida essencial para a educação pela nutricionista Márcia Cristina Stolarski, que até hoje era a única profissional responsável pela alimentação de 2.150 escolas da rede estadual de ensino.

Para nós é uma conquista. “Tanto a Educação quanto os órgãos de classe vem lutando há muitos anos pela inclusão deste profissional nas escolas”, disse. Segundo ela, a educação traz hoje muitas demandas para o profissional de nutrição, que não se restringem à elaboração do cardápio. Ela conta que o nutricionista é também um profissional com atuação essencial para a especificação de alimentos, adequação dos cardápios às peculiaridades de cada escola e definição das quantidades para evitar desperdícios no momento da compra.

Saúde e desenvolvimento

A nutricionista destaca ainda que a presença do profissional será essencial para a promoção da saúde e desenvolvimento dos estudantes, uma vez que é atribuição do nutricionista promover uma maior conscientização do consumo alimentar adequado e suas correlações com a saúde e a qualidade de vida.

“Se hoje o adulto está com sobrepeso, nós precisamos começar a orientação em uma fase anterior para evitar que o estudante chegue à idade adulta com excesso de peso, o que ocasiona uma série de doenças crônicas não-transmissíveis associadas”, afirmou.

De acordo com a nutricionista, a Lei Federal 11.947, publicada no ano passado, determinou que 30% dos recursos federais destinados à alimentação escolar – encaminhados pelo FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) para estados e municípios – seja aplicado na aquisição de gêneros alimentícios provenientes da agricultura familiar.

“Esta ação, por si só, representa um divisor de águas, uma vez que para sua efetiva implementação, vários órgãos estaduais e municipais, agricultores, cooperativas e associações vão precisar se estruturar melhor. A alimentação escolar ganha em qualidade nutricional, mas também em complexidade. E, também neste caso, justificaremos a presença do nutricionista na escola, uma vez a quantidade de alimentos perecíveis será maior, e isto exigirá acompanhamento técnico para a otimização máxima dos recursos e segurança alimentar”, explicou.

Ela comenta ainda que a alimentação adequada acaba sendo, principalmente nas regiões mais pobres, incentivo para que o estudante permaneça na escola. “Nós temos vários depoimentos de como a alimentação escolar acaba sendo um atrativo para que o estudante vá e se mantenha na escola”.

Para ela, a atuação do profissional vai muito além de garantir a saúde. “A presença do nutricionista é fundamental para a melhoria da educação no país e no Estado. Se a gente quiser uma melhoria na educação teremos que investir na alimentação escolar”, resume.

Alimentação diferenciada

De acordo com Márcia Stolarski, a presença do nutricionista nas escolas também irá facilitar o cumprimento de outras leis, que garantem o direito à alimentação diferenciada a diabéticos, celíacos e estudantes com intolerância à lactose.

Ela conta que a lei estadual 14.855/2005 já havia instituído a obrigatoriedade de alimentos saudáveis nas cantinas comerciais das escolas do Paraná. Já a lei 15.537/2007 garantiu alimento diferenciado a alunos com necessidades especiais de alimentação.

“Apenas essas leis só por si já justificariam a criação da lei que garante que haja um profissional nas escolas para atuar na ponta, orientando as merendeiras. São situações que demonstram a necessidade de um profissional especializado”, defendeu.

Fonte: http://www.crn8.org.br

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abr
9

Curso para Manipuladores de Alimentos

 Duração: 6 Horas

Público Alvo: Manipuladores de Alimentos, profissionais e estudantes da área de alimentos.

Palestrante: Nut. Catarina Santangelo (Graduada em Nutrição pela Universidade Federal da Bahia, especialista em Segurança e Inspeção de Alimentos pela Universidade Federal da Bahia e Especialista em Nutrição Clínica pela Universidade Gama Filho)

Contato: contato@mcnutri.com.br /mc_nutri@yahoo.com.br / (71) 8787-7547/ (71) 9919-4812

 

CONTEÚDO DO CURSO

 

-  Introdução a qualidade

- Contaminação dos Alimentos

- Doenças Transmitidas por alimentos

- Noções de Microbiologia

- Higiene Pessoal, ambiental e de utensílios

- Controle de Pragas

- Controles na manipulação dos alimentos

- Boas Práticas no Recebimento de Mercadorias

- Boas Práticas no Armazenamento de Mercadorias (refrigerado e seco)

- Boas Práticas na Higienização

- Descongelamento

- Porcionamento dos Alimentos

- Boas práticas na Distribuição dos Alimentos

 

Investimento:  Consulte-nos (incluído certificado, coffe break e material didático)

Preços promocionais para empresas com mais de 5 funcionários.

  

FORME UMA TURMA!

 (Turmas com no mínimo 10 e no máximo 30 pessoas.)

INSCREVA-SE PELO SITE

Inscrição
 

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abr
9

O papel do Nutricionista na Unidade de Alimentação e Nutrição

          Com o crescimento profissional, especializações e falta de tempo, cada vez mais pessoas realizam as suas refeições fora de casa. No Brasil, estima-se que, de cada cinco refeições, uma é feita fora de casa. Esse número indica um grande potencial no aumento e desenvolvimento dos estabelecimentos que produzem alimentos para consumo imediato no país. Estes estabelecimentos, fornecedores de alimentos prontos, incluem as Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN) de porte e tipos de organização diferentes entre si, como restaurantes comerciais, restaurantes de hotéis, serviços de motéis, coffee shops, buffets, lanchonetes, cozinhas industriais, fast food, catering, panificadoras e confeitarias e cozinhas hospitalares .

          Contudo, com o crescimento do mercado de alimentação cria-se a necessidade da especialização em busca de um diferencial competitivo nas empresas por meio da melhoria da qualidade dos produtos e serviços oferecidos, para que esse diferencial determine quais permanecerão no mercado sendo esta a mais moderna meta no atendimento aos consumidores, a tão almejada “Qualidade Total”. Desta forma explica-se a qualidade como um conceito variável alcançado à medida que um determinado produto satisfaz o cliente. O controle de qualidade é a manutenção dos produtos e serviços dentro dos níveis de tolerância aceitáveis para o consumidor ou comprador. Desse modo, para avaliar a qualidade de um produto alimentar, deve ser mensurado o grau em que o produto satisfaz os requisitos específicos, sendo que esses níveis de tolerância e requisitos se expressam por meio de normas, padrões e especificações.

          Em relação às unidades de alimentação e nutrição (UAN), a qualidade está associada a aspectos intrínsecos do alimento (qualidade nutricional e sensorial), à segurança (qualidades higiênico-sanitárias), ao atendimento (relação cliente-fornecedor), e ao preço. Um dos principais objetivos da UAN, além de fornecer uma alimentação equilibrada no ponto de vista nutritivo, é o de oferecer refeições seguras no ponto de vista higiênico sanitário, visto que, baseados em dados epidemiológicos, as unidades produtoras de alimentos são um dos principais locais onde ocorrem surtos de doenças transmitidas por alimentos (DTAs).

          A atuação do nutricionista em UAN não se resume em alimentar o cliente, mas garantir a qualidade e a segurança do alimento do ponto de vista higiênico-sanitário, não apresentando contaminação, para tal é de responsabilidade do mesmo o treinamento de toda a equipe de produção.

        O profissional ainda deve estabelecer e implantar procedimentos operacionais padronizados; elaborar e implementar o Manual de Boas Práticas, implantar, coordenar e supervisionar as atividades de higienização de ambientes, veículos de transporte de alimentos, equipamentos e utensílios, executando, desta forma, programas de treinamento, atualização e aperfeiçoamento de colaboradores. O nutricionista deve promover programas de educação alimentar e nutricional para clientes; detectar e encaminhar ao hierárquico superior e às autoridades competentes, relatórios sobre condições da UAN impeditivas da boa prática profissional e/ou que coloquem em risco a saúde humana.

          Conclui-se então  a importante responsabilidade da  vasta e instigante atuação do nutricionista em unidades de alimentação e nutrição.

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